quinta-feira, fevereiro 14, 2008
sábado, fevereiro 09, 2008
Escrever.... Escrever-te.... Escrever-me....
2008-02-08 \ 4:30AMSenti vontade de pegar no meu caderno, as páginas em branco precisam ser preenchidas talvez...
Palavras, rascunho, pensamentos, ideias.... sinceramente não sei bem... a verdade é que o caderno e o lápis estavam no mesmo lugar de sempre e ao olhar pra eles... apeteceu-me! Voltei a pegar-lhes...
Recordo as longas noites em que escrevia, as palavras fluiam como o leito do rio e direcção ao mar, escrevia por tudo e por nada, para mi, para ti ou para ti também, ou ainda para ninguém... mas escrevia!!!
E sentia-me bem comigo, com o mundo à minha volta e com o meu mundo interior. Esta noite senti necessidade de pegar no meu caderno de sempre, na velha lapiseira, provavelmente não é um bom sinal, talvez precise de dizer o que não consigo dizer, talvez precise de te dar algum recado, ou apenas, quem sabe recomeçar o velho hábito de escrever, de debitar frases, palavras sem nexo para alguns, ou cheias de conteúdo para outros.... mas cheias de sentimentos para mim!!!
É nas palavras que escrevo que me consigo libertar, é isso que certamente vou voltar a fazer...
Escrever.... Escrever-te.... Escrever-me....
sábado, fevereiro 02, 2008
Amizade
Pode ser que um dia deixemos de nos falar...
Mas, enquanto houver amizade,
Faremos as pazes de novo.
Pode ser que um dia o tempo passe...
Mas, se a amizade permanecer,
Um de outro se há-de lembrar.
Pode ser que um dia nos afastemos...
Mas, se formos amigos de verdade,
A amizade nos reaproximará.
Pode ser que um dia não mais existamos...
Mas, se ainda sobrar amizade,
Nasceremos de novo, um para o outro.
Pode ser que um dia tudo acabe...
Mas, com a amizade construiremos tudo novamente,
Cada vez de forma diferente.
Sendo único e inesquecível cada momento
Que juntos viveremos e nos lembraremos para sempre.
Há duas formas para viver a sua vida:
Uma é acreditar que não existe milagre.
A outra é acreditar que todas as coisas são um milagre.
Albert Einstein
terça-feira, janeiro 22, 2008
6 longos anos
quinta-feira, janeiro 17, 2008
por te deixar partir
A felicidade é ténue, uma leve sombra na minha vida,
uma nuvem que paira sobre o céu azul
de uma vida que em tempos foi a nossa vida...
as palavras perdem força,
saem esmorecidas, insípidas,
já não contam a história, que em tempos
encheu as páginas de um livro...
o nosso livro!
Deixei-te partir, não te fechei a porta,
deixei aberta uma nesga por onde espero que entres
por onde anseio por uma palavra tua
um toque,
um beijo,
um sorriso....
Não te segurei, não te impedi de partir,
e tu não percebeste,
que eu deixei de sorrir, deixei de ser eu...
fiquei menos feliz... fiquei mais triste,
por te deixar partir!
uma nuvem que paira sobre o céu azul
de uma vida que em tempos foi a nossa vida...
as palavras perdem força,
saem esmorecidas, insípidas,
já não contam a história, que em tempos
encheu as páginas de um livro...
o nosso livro!
Deixei-te partir, não te fechei a porta,
deixei aberta uma nesga por onde espero que entres
por onde anseio por uma palavra tua
um toque,
um beijo,
um sorriso....
Não te segurei, não te impedi de partir,
e tu não percebeste,
que eu deixei de sorrir, deixei de ser eu...
fiquei menos feliz... fiquei mais triste,
por te deixar partir!
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palavras... ao acaso
quarta-feira, janeiro 16, 2008
segunda-feira, dezembro 31, 2007
segunda-feira, dezembro 24, 2007
terça-feira, novembro 20, 2007
sorriso...

Sinto-te em mim... com saudade
recordo o acordar de outrora
um beijo...
um toque teu no meu rosto
o teu sorriso sempre encantador...
Nem imaginas...
as saudades desse sorriso
ambíguo por vezes, enigmático...
mas sempre doce, terno,
foi per ele que me apaixonei,
logo no primeiro olhar...
O teu sorriso...
hoje mera recordação
tua em mim...
recordo o acordar de outrora
um beijo...
um toque teu no meu rosto
o teu sorriso sempre encantador...
Nem imaginas...
as saudades desse sorriso
ambíguo por vezes, enigmático...
mas sempre doce, terno,
foi per ele que me apaixonei,
logo no primeiro olhar...
O teu sorriso...
hoje mera recordação
tua em mim...
domingo, novembro 11, 2007
tempo... intemporal
O tempo passa à velocidade da luz, tão rápido.... parece que nem o vejo, não o sinto, nem disfruto dele sequer.
Uma leve brisa de ar faz-me lembrar que afinal o tempo até existe e que cada mais é urgente senti-lo, aproveita-lo...
Faltam-me as palavras nos últimos tempos, não consigo juntar as letras... dizem que não escrevo que não falo.. e para quê?
É o meu tempo que está aqui, uso-o no que me sentir bem e que afinal existe mesmo à velocidade da luz, tempo que tem que ser sentido. O melhor ainda, talvez, é pensar que o tempo não existe, que é uma passagem, que o tempo não é intemporal. O tempo é um puzzle que encaixa em cada um de nós... um puzzle em que as peças são um fragmento de mim de ti...
Onde está o meu tempo, a peça do meu puzzle do teu puzzle....????
Uma leve brisa de ar faz-me lembrar que afinal o tempo até existe e que cada mais é urgente senti-lo, aproveita-lo...
Faltam-me as palavras nos últimos tempos, não consigo juntar as letras... dizem que não escrevo que não falo.. e para quê?
É o meu tempo que está aqui, uso-o no que me sentir bem e que afinal existe mesmo à velocidade da luz, tempo que tem que ser sentido. O melhor ainda, talvez, é pensar que o tempo não existe, que é uma passagem, que o tempo não é intemporal. O tempo é um puzzle que encaixa em cada um de nós... um puzzle em que as peças são um fragmento de mim de ti...
Onde está o meu tempo, a peça do meu puzzle do teu puzzle....????
quinta-feira, setembro 27, 2007
Anseio....
Anseio, desespero, fujo, misturo-me no meio da multidão,
não quero ver nem sentir,
quero o meu refugio o meu espaço onde só aí me consigo encontrar...
Sinto o cheiro dos brancos dos negros, encontro várias raças, vários credos...
a neblina que desce encobre a multidão, o ar é sufocante, já não é possível respirar.
Tudo é denso, sinto-me prisioneira, acorrentada num mundo que deveria ser livre...
Quero o meu espaço, o meu refugio onde só aí me consigo encontrar....
não quero ver nem sentir,
quero o meu refugio o meu espaço onde só aí me consigo encontrar...
Sinto o cheiro dos brancos dos negros, encontro várias raças, vários credos...
a neblina que desce encobre a multidão, o ar é sufocante, já não é possível respirar.
Tudo é denso, sinto-me prisioneira, acorrentada num mundo que deveria ser livre...
Quero o meu espaço, o meu refugio onde só aí me consigo encontrar....
domingo, setembro 16, 2007
FLUP... aí vou eu!!!
Pois é... afinal é mesmo verdade.... FLUP aí vou eu!!!!
E os meus amigos também:)
António Machado - COLOCADO - Contabilidade e Gestão
Joaquim Carlos - COLOCADO - Comercio Internacional
Suzi Correia - COLOCADA - Geografia
terça-feira, setembro 11, 2007
Dia 17... o desejado!!!
E mais uns quantos adjectivos que eu poderia aqui enumerar, mas estes já mostram um pouco do estado em que me sinto actualmente.
Foi um projecto longo de 3 anos que terminou com um balanço muito positivo. Logo após surgiram votos de confiança no futuro e muitos incentivos a dar continuidade ao trabalho iniciado... e assim foi!!
Após um enorme desespero para efectuar as candidaturas "on line" lá nos decidimos a ir para a fila do ISEP entregar a papelada necessária e aguardar um longo mês que parece ser quase uma eternidade.... nunca mais é dia 17!!!!
Não sei o que vou fazer depois de afixadas as listas... mas por agora só quero é ver os resultados de uma vez por todas....
sábado, setembro 01, 2007
Queria Deixar de Sonhar...
.... Todos aqueles sonhos que me levam para onde eu não quero, que me fazem lembrar tudo o que eu quero esquecer... tudo aquilo que eu já não devia lembrar, ou lembrar como aterrador.Quero deixar de sonhar! Sonhar deixa-me presa a um passado que as chamas não conseguiram queimar...
Quero deixar de sonhar porque sonhar faz-me mal....
Foto daqui
sexta-feira, agosto 24, 2007
É Noite...

É noite... não sei... mas estou a começar a não gostar da noite,
os sonhos confusos, aterradores até...
o irritante som do silêncio.. e eu que até gosto do silêncio,
ou gostava já nem sei.
o dejá vu constante de certas coisas,
foi assim que começaram certas coisas!
... e eu continuo a lembrar-me delas,
e agora... parecem novamente voltar.
É noite... não sei...
mas estou a começar a não gostar da noite!!!
Foto daqui
sábado, agosto 18, 2007
dispersos, difusos, desconexos
Foto by Schreit
É tarde.. o silêncio da noite é o som supremo, apenas quebrado na minha mente pela desordem dos meus pensamentos.
... pensamentos dispersos, difusos, desconexos... saudades da infância perdida pela entrada subtil da adolescência, que sem aviso prévio chegou à minha vida.
Mudanças à velocidade da luz, sonhos cor-de-rosa que não passaram disso mesmo… sonhos!
O primeiro amor.. o coração despedaçado,
...os amigos, os encontros e desencontros… o caminhar veloz para a realidade da vida, realidade que toma o poder sobre o silêncio da noite, sobre os meus pensamentos dispersos, difusos, desconexos… tal como eu!
sexta-feira, agosto 03, 2007
quinta-feira, julho 26, 2007
terça-feira, julho 17, 2007
Um anjo....

Anjos...
Para a maioria das pessoas não existem, não passam de mitos e de crenças...
mas quando temos o privilégio de sentir que na nossa vida surge um anjo é maravilhoso,
saber que da forma mais incrivel "a" mensagem chega até nós,
saber que algo está ao nosso lado, nos acompanha, nos estende a mão para ajudar a seguir em frente e nos proteger no nosso percurso de vida....
é maravilhoso saber que afinal os anjos existem!!!
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Eu,
histórias de encantar
sexta-feira, julho 13, 2007
Falta-me...
falta-me o tempo, faltam-me as palavras,
falta-me a força e a vontade de estar aqui...
aqui onde já não há sol, nem chuva, nem estrelas,
nem mesmo o teu sorriso, nem a tua mão na minha...
aqui onde o ontem é amanhã e o amnhã já passou,
vida utópica, sem sentido, sem lembranças...
sem rumo....
vida que morreu mesmo antes de ser concebida,
a vida dos que um dia sentiram na pele
o teu calor... o calor do teu olhar!
falta-me a força e a vontade de estar aqui...
aqui onde já não há sol, nem chuva, nem estrelas,
nem mesmo o teu sorriso, nem a tua mão na minha...
aqui onde o ontem é amanhã e o amnhã já passou,
vida utópica, sem sentido, sem lembranças...
sem rumo....
vida que morreu mesmo antes de ser concebida,
a vida dos que um dia sentiram na pele
o teu calor... o calor do teu olhar!
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